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quarta-feira, 9 de março de 2011

Vendas da Citroën no Brasil aumentam 57%


Com 14.524 unidades emplacadas, a Citroën do Brasil termina o primeiro bimestre de 2011 com um aumento de 57,03% em relação ao mesmo período do último ano. O número também representa um crescimento acima do mercado brasileiro, que obteve alta de 18,01% nos dois primeiros meses.

"Este crescimento indica que estamos no caminho certo, investindo, cada vez mais, em produtos inovadores e na qualidade dos serviços oferecidos por nossa rede de concessionárias", afirma Ivan Ségal, presidente da Citroën do Brasil.


Um dos "culpados" do bom resultado é o Aircross, lançado em setembro de 2010. Versão aventureira do C3 Picasso, que será lançado nos próximos meses, o modelo obteve 2.717 unidades vendidas no bimestre e é o terceiro mais vendido em seu segmento.

O C3 também ajudou no crescimento com 5.850 emplacamentos, alta de 43,17% em relação a 2010. O hatchback C4 vendeu 2.077 unidades e cresceu 7,34%, enquanto o sedã C4 Pallas atingiu 1.578 unidades vendidas, crescimento de 16,29%.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Citroën Elysée é flagrado com visual renovado. De novo?


Vencendo o tempo, mais uma vez o Citroën Elysée – também conhecido como Fu Kang – receberá um novo face-lift. O modelo é a versão chinesa do antigo ZX, tendo inclusive versão sedã.


Aparentemente as mudanças se resumem apenas aos faróis com fundo da lente preto, mas pode haver outras alterações internas no longevo modelo feito pela DongFeng-Peugeot-Citroën. Ainda não será dessa vez que o Elysée vai ganhar o novo duplo chevron da marca francesa.

quinta-feira, 3 de março de 2011

C3 Sonora: para curtir no volume máximo


O Citroën C3 continua firme e forte no Brasil e acaba de ganhar a série especial Sonora. A partir de R$ 37.990 (motor 1.4 de 82 cv), traz direção, vidros e travas elétricos, rodas de liga leve de 15” e som com Bluetooth e entrada USB. Focado no público jovem, traz de brinde a possibilidade de o comprador baixar até 3 mil músicas do portal Terra para um PC ou tocador digital.

No caso da opção de topo, com motor 1.6 de até 113 cv e câmbio automático sequencial, a tabela vai R$ 45.810. Todas as versões com o 1,6 litro vêm com ar-condicionado digital.

Com a chegada do C3 Picasso, nas lojas a partir de junho, o atual C3 pode ganhar um concorrente interno. Isso porque a novidade será igual ao Aircross, que parte de R$ 53.900, mas sem os badulaques para criar o visual aventureiro.

Os preços do novo modelo ainda não foram definidos, mas devem partir de cerca de R$ 45 mil. Haverá três versões, todas com motor 1.6, e opção automática.


Avaliação
Voltando ao C3 Sonora, em movimento o hatch não traz mudanças em relação à versão “normal”. O carro é esperto, confortável e bom de andar principalmente no trânsito urbano. A direção com assistência elétrica agrada tanto na estrada quanto em manobras de estacionamento.

O principal senão continua sendo o câmbio automático de quatro velocidades. De concepção antiga, limita as respostas do motor 1.6, costuma dar trancos nas passagens e, não raro, fica em “dúvida” na hora de “escolher” a marcha ideal, a ponto de irritar o motorista.

A boa notícia é que essa caixa, que equipa toda a linha vendida pela Citroën no Brasil (do C3 ao C5), será substituída gradativamente a partir do próximo ano.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Citroën revela novas imagens do DS4



A Citroën divulgou novas imagens do hatch Premium DS4, segundo membro da família DS. O modelo revela novos padrões de personalização, o que deve atrair muitos consumidores que desejam algum diferencial. Com seis opções de motor, o DS4 traz vários itens de conforto e segurança. O DS4 será destaque da Citroën em Genebra.


Trio elétrico, ar condicionado, ESP, TCS, ABS, bancos em couro em dois tons, múltiplos airbags, volante multifuncional, entre outros estão disponíveis. Os preços variam de €22.500 à €31.900 na França. As opções de motor são: 1.6 VTI com 120 cv, 1.6 THP com 155 cv, 1.6 THP com 200 cv, 1.6 HDI com 110 cv, 1.6 e-HDI com 110 cv e 2.0 HDI com 160 cv.
Fonte: NA

terça-feira, 1 de março de 2011

C4 Picasso 2012: renovada para crescer


As minivans Citroën C4 Picasso e Grand C4 Picasso ainda são produtos recentes no mercado brasileiro. Vêm importadas de Vigo, na Espanha, desde 2009 e estão marcando território por aqui. No ano passado foram 4.400 emplacamentos. Neste ano, acompanhando o embalo do crescimento de 21% da marca francesa em 2010 no Brasil, a divisão nacional quer por nas ruas mais 6.600 unidades da linha 2012 dos modelos familiares e com isso garantir 40% do nicho. Para alcançar essa meta, o carro traz algumas novidades no visual externo e na cabine.

Porém, não espere encontrar um novo C4 Picasso na loja. As mudanças são sutis e podem ser contadas com os dedos de uma mão. A grade frontal foi levemente redesenhada para se adequar ao novo logotipo com os dois chevrons da Citroën, as lanternas na traseira ficaram mais escuras, o tecido dos bancos é diferente e a versão Grand ainda vem com faróis de led. Fora isso, o carro continua o mesmo desde a linha 2009, parafuso por parafuso. Já os preços subiram: no modelo menor o valor subiu R$ 1.500, começando em R$ 78.490, enquanto o Grand C4 ficou R$ 2.069 mais caro e agora parte de R$ 91.990.

A Citroën justifica o aumento nos preços com o controle de ar-condicionado digital para os bancos traseiros e as novas rodas aro 17”, que substituem o jogo de 16” do modelo anterior. No conjunto mecânico também nada de novo. Continuam o motor 2.0 a gasolina de 143 cv a 6.000 rpm e 20,4 kgfm de torque a 4.000 rpm, enquanto o câmbio automático segue com as mesmas (e poucas) 4 marchas. Uma caixa de 6 velocidades, algo que a Citroën já oferece em algumas versões do C4 Picasso na Europa, seria mais apropriado ao carro. Ainda com essa deficiência, o conjunto é bem sincronizado e possui trocas suaves, que podem ser realizadas por meio de borboletas atrás do volante multifuncional e com cubo fixo.

Carro de mãe?

O C4 Picasso tem posição de dirigir alta, os comandos de condução são leves e o interior é amplo e com uma série de porta-objetos de formatos e tamanhos diferentes. Tais características são elementos muito procurados pelo público feminino, que não por acaso responde por 55% das compras do carro, nas contas da Citroën. Mas antes de sair dirigindo, seja homem ou mulher, é preciso estar atento a alguns detalhes diferentes do veículo. A alavanca do câmbio, por exemplo, é na parte de cima da coluna de direção (como nos antigos Chevrolet Opala, para os saudosistas), e o freio de mão é um botão no alto do painel.

Em poucos segundos dentro do carro percebe-se sua real aptidão: carregar famílias, e das grandes. No C4 Picasso são 5 lugares, enquanto a Grand tem espaço para mais dois, que viajam nos bancos escamoteáveis no porta-malas. É até sem graça andar nesse carro sozinho. Falta nele uma companhia ao lado e a criançada se descabelando nos bancos de trás. E a sensação de dirigi-lo também é totalmente única com seu para-brisa que proporciona uma visibilidade de até 70° para o alto. Tem-se a impressão de que não há a vidro a sua frente.

A modularidade também é outro destaque da linha C4 Picasso. Nas duas versões, os porta-malas têm diferentes modos de configuração, que variam a capacidade de carga de 490 litros (bagageiro normal do C4 Picasso) a 1.951 l (Grand C4 Picasso com os assentos traseiros rebatidos. Os bancos traseiro podem correr mais para frente ou então ter os encostos rebatidos individualmente. De fato sobra espaço. O modelo menor ainda vem com um carrinho de mão encaixado na lateral do bagageiro. Há também uma lanterna portátil no compartimento, que é recarregada em seu próprio slot na cabine.


Carro para a família

Se depender dos raros representantes do segmento das minivans (a Chevrolet Zafira lidera) no Brasil, é possível que falte C4 Picasso no final do ano. Sem um rival a altura de seu capricho visual e tecnológico, o modelo da Citroën ainda agrada seus consumidores com uma boa posição de dirigir, embora seu desempenho não empolgue, até por que esse não é intuito. Mas o carro vem muito bem equipado para o uso familiar. Há mesas tipo avião para quem viaja atrás e o grande compartimento refrigerado no painel é a cereja do bolo para quem buscava versatilidade.
Fonte:  iGCarros
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